Teresópolis vive um momento de indignação causado pela exibição irresponsável de imagens de mortos sem cortes na televisão local. Tudo em nome da chamada “liberdade de imprensa”.É importante o quadro que se forma e que deve ser analisado atentamente pelo telespectador. Às vésperas da liberação da propaganda eleitoral, alguns irresponsáveis que nem diploma tem e se intitulam jornalistas exibem cadáveres e supõem histórias de alcoolismo e alta velocidade, mesmo que não sejam exatamente estes os fatos. O que interessa é o que dá audiência.
Para estes irreponsáveis, dentro da sua soberba não conseguem entender que o telespectador está mudando e saindo do conforto do seu sofá, se levantando pra reclamar e manifestar sua opinião diante de atitudes torpes que nos indignam diariamente e deixam todas as noites aquele cheiro de algo podre no ar.
Em nome da liberdade de imprensa, do fato ocorrido em local público, esses inconseqüentes com uma câmera na mão e sem nenhuma idéia na cabeça, ao invés de ganhar audiência e popularidade através da criatividade que tem, optam pelo método mais fácil, o sensacionalismo barato, repetitivo e manipulado. Documentos são exibidos pela metade, meias verdades são mostradas apenas com o intuito de causar polêmica, e na verdade atuam apenas para acabar com a credibilidade de outros, normalmente os que incomodam.
O emissor da notícia, embevecido pela “fama” que apenas ele e a sua claque acham que tem, numa explosão de “fúria” ofende quem o critica, como se fosse somente ele o dono da verdade e os ofendidos, algozes que tiram o seu sustento, na maior prova de que uma verdade pode ter várias versões. Só esquecem que estas atitudes atuam contra eles mesmos.
Não são apenas as imagens fortes que caracterizam um exemplo de baixaria à venda na mídia local. Há jornais que também não conhecem o significado da palavra isenção e noticiam os fatos de acordo com o interesse de seus patrocinadores, transformando fatos num circo, Fatos que deveriam apenas informar ao teresopolitano o que acontece na cidade, mas que transformam camelódromos em shopping centers.
Fiquem atentos. Leiam e vejam as entrelinhas.
Quem Patrocina a Baixaria é Contra a Cidadania!
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