sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A Grama do Vizinho....

Existe um (mau )hábito em Teresópolis em sempre se comentar sobre o quê o outro está fazendo. Eu porém, sempre acredito que sempre toda crítica é bem vinda, menos aquelas em que se baseiam no objetivo de matar a grama do vizinho (aquela que está sempre mais verdinha).

Desde o mais humilde cidadão até o empresário bem sucedido, (aquele faz a sua propaganda denegrindo o concorrente ou fala pros seus clientes não irem no concorrente, (aquele "bandido"),  chegando aos políticos de plantão, cujos assessores baseiam sua campanha no mote de desmoralizar, achacar e arrasar seus oponentes, é grande o número de pessoas que baseiam suas ações em quem mora ao lado, ao invés de olhar para o próprio jardim, seco e sem vida.


Se todo mundo tivesse um olhar generoso para quem está em volta e se preocupasse em como melhorar seus canteiros, sua grama, seu jardim, quem sabe não mudássemos a mentalidade de toda uma população e conseguiríamos galgar mais um passo rumo à potência tão prometida para a cidade?

Mas, enquanto o empresário abrir uma loja olhando os produtos do concorrente, enquanto as pessoas apenas reclamarem do seu vizinho, enquanto os políticos aos invés de propôr soluções preferirem apenas encontrar qual o maior defeito do seu opositor, iremos sempre nos deparar como se estivéssemos caminhando descalços numa estrada coberta de gelo, e estaremos sempre não chegando a lugar algum.

Quando é que vamos entender que a grama cresce igual pra todo mundo, porque a gente vive no mesmo jardim?

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A Despedida de Rubinho Barrichello e "Manipulação" da Globo


Essa semana noticiou-se que é bastante provável que Rubinho Barrichello não corra mais na Fórmula 1. Pelo menos não na temporada de 2012. O piloto deixa o circo consagrado apenas como o corredor que mais tempo permaneceu nos campeonatos que rodavam o mundo e encanta hoje em dia mais pelo circo e pelo glamour, do que pelas suas previsíveis corridas. Muitos acham que o brasileiro demorou pra sair, outros acham que a culpa disso tudo é a Globo, que tentou fazê-lo um herói depois da morte de Senna, apenas para que continuasse tendo sua audiência garantida nas manhãs de domingo.

Não acho que o problema do Rubinho  seja a Globo. O brasileiro tem a mania de culpar a Globo por tudo. Aliás o brasileiro não gosta de nada que dá certo nesse país. Parece que temos que ser sempre aquele país de terceiro mundo para que o povo continue contente e pare de falar mal de alguma coisa boa e fique apenas reclamando que somos um país de terceiro mundo, sem tomar uma atitude pra mudar essa situação.

Na minha opinião, quem tem a cabeça no lugar não se deixa envolver pelo glamour que a Globo envolve seus personagens. Ayrton Senna não se deixou manipular, e hoje em dia vemos Anderson Silva, que a emissora (e principalmente o Galvão Bueno, que muito se autopromoveu às custas de sua "amizade" com Senna) tenta transformar num novo ídolo nacional, e com o Ronaldo Fenômeno, idem. Nenhum deles deixou-se levar pelos holofotes e levaram suas vidas (mesmo fazendo algumas cagadas, como o "Fenômeno" e os travestis, rsrsrsrs), sendo sempre verdeiros, sem criar fatos para só pra saírem na mídia. Quando a pessoa é simples e tem a cabeça no lugar não se deixa levar por essas coisas. Xuxa foi um exemplo disso, pois soube arrebentar essas amarras do lado negro do marketing criado a seu redor ao romper com Marlene Mattos, que a via apenas como um produto a ser vendido. Hoje vive a sua vida sem alardes, mas do jeito que quer, e não da forma como querem, como um produto a ser vendido. E isso não acontece só na Globo, mas com toda a imprensa, que manipula as celebridades como brinquedos na vitrine, prontos a serem vendidos a seus patrocinadores. Outro que jamais tentou se deixar levar por essa farsa foi Silvio Santos, que embora seja até hoje criticado pelos hipócritas de plantão por jogar dinheiro à platéia, se mantém aos 82 anos firme e forte há décadas com seu programa dominical em horários de grande competição por audiência, sendo simplesmente o Silvio Santos.

E é assim que toda a imprensa, não só de TV, mas também escrita e até de internet age. E é assim que a Globo age também com os esportes. Como um produto a ser vendido a seus patrocinadores. E para que isso se realize é necessário audiência, ou seja telespectadores. quanto mais telespectadores assistirem a determinado programa, mais valorizado é o espaço dedicado aos patrocinadores. E todo esse povo que fala mal da Globo, com certeza ou acrescentou pontos ao IBOPE da emissora, ou apenas faz um coro ao melhor estilo "maria-vai-com-as-outras" apenas porque tem que falar mal de alguma coisa, por que é legal e dá destaque falar mal.

A Globo, gostem ou não, é extremamente competente no que faz, e não é porque como dizem, que ela "manipula as informações", ou porque "quer construir um universo de alienados", ou "impor a convivência com homossexuais" em suas novelas. Argumentos como esse em plena era do controle remoto é subestimar a inteligência até do mais desinformado brasileiro. Se o programa de TV é chato, enfadonho ou simplesmente não interessa, um simples toque no botão resolve o problema. E hoje em dia, até os celulares "made in china" com quatro chips e  TV digital, que custam R$ 99,90 na Vinte e Cinco de Março ou no Saara possibilitam qualquer uma mudar de canal e assistir um programa de melhor qualidade em dúzias de outros canais. Se a Globo influencia tanto como dizem, mesmo os menos instruídos, é porque tem a competência de fazer um produto que prenda a atenção e agrade de "A" a "Z", mesmo que seja um produto como o BBB por exemplo, em que todos falam mal na internet, mas depois provavelmente correm para o pay-per-view para ver próximas cenas de sacanagem (como se nessa edição fosse a primeira vez que isso tivesse acontecido) que irão acontecer. E daqui a alguns meses, essas mesmas pessoas vão mudar de canal, e vão assistir o mesmo circo, só que dessa vez com as pseudocelebridades da "Fazenda". E a Record cinicamente fica fazendo um monte reportagens falando mal do programa, como se seus produtos fossem algo de primeira qualidade e inovadores.
 Mas voltando ao foco do assunto: Rubinho Barrichello. Na minha opinião de espectador e fã da F1, pra mim ele sempre foi um corredor mediano. Perdi toda e qualquer esperança em vê-lo sagrar-se campeão de alguma coisa, quando ele, com a faca e o queijo na mão, tirou o pé do acelerador pra deixar o Schumacher ganhar uma corrida. Oras, por mais "profissional" que ele tenha sido, naquele momento ele pensou apenas em "não se queimar" com a equipe, que não pensou duas vezes na primeira oportunidade de dar-lhe um solene pé na bunda. Poderia ele ter saído dali consagrado, e talvez desempregado, mas se tivesse tomado uma atitude de raça, com certeza se fosse despedido seria fato ser contratado por uma nova equipe posteriormente. Mas naquele momento, acredito eu que ele pensou apenas aonde seu calo mais aperta, talvez no salário, talvez na vaidade de fazer parte de uma "grande" equipe, não sei. A única coisa boa que essa atitude pequena de Rubinho causou foi uma reflexão do corporativismo da F1, que nada tem a ver com a Globo, e sim com o próprio circo da competição, que foi questionado diversas vezes, e que a cada ano perde mais espectadores, e por consequência patrocinadores, para campeonatos mais emocionantes do que a hoje a enfadonha F1, com resultados quase que impossíveis de não se adivinhar. De nada adianta a cada ano mudarem as regras se o que prevalece são os mesmos interesses de meia dúzia. Mas quem sou eu para dizer algo sobre um campeonato mundial que movimenta anualmente milhões de dólares, não é? Se o pouco que sei já faz com que eu pense assim, imaginem quem vive isso 24h por dia. De repente, não se pode culpar Rubinho por algumas de suas atitudes. ele fez o que tinha que ser feito. Cumpriu o seu papel. E só. talvez seja isso que o diferencie de Senna.

Espero que Rubinho tenha aprendido sua lição na F1. E tomara que continue correndo, afinal caráter e talento ele tem de sobra. Mas talvez em outras competições em que não haja tanta pressão e cobrança por audiência (pelo menos no Brasil), ou em um outro lugar menos manipulável ele se sinta confortável para fazer o que mais gosta na vida ele consiga colecionar mais troféus e vitórias e ser o herói que os brasileiros tanto querem.

Boa Sorte Barrichello!!

sábado, 7 de janeiro de 2012

OS REFLEXOS DE UMA OMISSÃO


Demora na recuperação da imagem da região serrana fluminense prejudica a alta estação de 2012

por Cláudio Magnavita*

O que está ocorrendo com os empresários de turismo da região serrana fluminense é um verdadeiro crime. A realimentação pela mídia da tragédia ocorrida há exatamente um ano, que obrigatoriamente faz um balanço das medidas que foram adotadas para recuperar as áreas atingidas, está deixando sobressaltados os turistas em pleno período de alta estação e é agravada pelo tom de sensacionalismo na divulgação das manifestações climáticas naturais, que sempre ocorrem anualmente no verão e que nada se assemelham com a tragédia de janeiro de 2011.

Os empresários de turismo da Serra Fluminense perderam toda a receita da alta estação do ano passado e lutaram duramente para recuperar a imagem da região. Fizeram de tudo para mostrar que a tragédia foi pontual, não atingindo todos os equipamentos hoteleiros da região e que a grande maioria dos estabelecimentos continuou a funcionar.

Sofrem agora este duro golpe, por absoluta falta de informação.

O ciclo das chuvas de verão tende a diminuir na segunda quinzena de janeiro e os índices de 2012 estão dentro do esperado, da normalidade.

A acessibilidade rodoviária está plena e as medidas de prevenção adotadas pós-2011 acabaram com o elemento surpresa, que potencializou o número de vítimas na ocasião. O crime é deixar estes empresários órfãos, sem a ajuda de recuperação de imagem, que foi festivamente prometida em julho de 2011 pelo Governo Federal, mas que hoje, além de estar engavetada, foi desidratada nos números originais. O pior é quem tem a chave do problema se deixar contaminar com a  onda de alarmismo gerado pela mídia e cruzar os braços esperando que passem as chuvas para só depois agir.

No Plano Estadual, a Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro tenta fazer a sua parte. Foi a gestora e anfitriã da solução federal que prometeu os R$ 10 milhões. Ela também é vítima em apostar na pronta ação de Brasília. Agora coordena um evento de gastronomia para o final do mês que poderá ser o divisor de águas. Finalmente montou também um Comitê de Informação e Promoção que funcionará em regime de mutirão para resolver o problema.

A culpa maior, porém, foi a desmobilização ocorrida com os problemas políticos em algumas das cidades e que resultaram no afastamento de gestores municipais.  Perdeu-se um tempo precioso e agora o aniversário da tragédia chegou e, ao reviver na mídia os eventos de 2011, é exatamente o turismo, que depende de imagem, a nova vítima.

Cabe ao Governo do Rio cobrar com veemência o que lhe foi prometido, afinal não se trata de uma unidade federativa qualquer. Além da sua importância econômica e política, é no turismo que o Rio é um exemplo para o país.

O poder municipal, empresariado local, Governo Estadual e Federal precisam agir. E rápido. Não basta ter boa vontade, é preciso ação e coragem para que a alta estação turística da região serrana fluminense em 2012 não evapore pela falta de pulso firme para solucionar uma crise anunciada.

*Cláudio Magnavita é vice-presidente do Conselho Estadual de Turismo do Estado do Rio de Janeiro e Presidente do Jornal de Turismo

terça-feira, 8 de março de 2011

Sobre Tudo O Que Acontece Hoje.

Hoje eu escrevo sabendo perfeitamente que tem muita gente sofrendo por aí, com urgentes necessidades. Sei também que muitas urgências na cidade são imediatas e necessárias e que algumas faltas estão ocorrendo. 

Mas há de se convir também que há um interesse em superlativar os erros, por um único motivo: voltar ao poder como o Salvador da Pátria. Parece que a metodologia da troca de tijolos, caixas d'água e outros materiais de construção não dá mais certo; então que se adote a máxima: ruim comigo, pior sem mim.

Nunca vi tanta gente se aproveitando da situação calamitosa que vivemos em janeiro com a maior cara de pau possível e imaginária! Só não vê quem não quer. Cinco minutos de análise em imagens de TV pertencentes a políticos (hoje a sua maioria) e percebe-se que as últimas manifestações são orquestradas, com discursos prontos, nas mãos de pessoas humildes, mas nem por isso espertas (quem é esperto quando  vira massa de manobra?). Sem contar a cara de pau dos que se dizem necessitados, que mesmo não sendo atingidos pelas chuvas, acham que o poder público tem obrigação de sustentá-los com cestas básicas e aluguel social.

Não estou querendo defender "A", "B" ou "C". A situação atual não é a melhor, mas é  muito fácil esquecer que há muito pouco tempo, as pessoas questionavam se havia algum hospital sendo construído fora da cidade e antes disso ninguém tinha coragem de questionar como surgiu do nada um mega hotel fazenda interior. Hoje vão pra TV em nome de "questões sociais" (acredite quem quiser ou for trouxa suficiente) questionar, duvidar e até solicitar prestações de contas judicialmente. Ponto pra democracia. Mas a pergunta que  fica no ar é: Esses algozes heróis e salvadores da pátria teresopolitana conseguiriam ter esta mesma atitudes há alguns anos? Aliás, me arrisco a perguntar se cartas seriam escritas, e se estes mesmos questionamentos na frente das câmeras seriam feitos sem ter como consequência uma "conversinha ao pé do ouvido". E, se nada do que falo tem coerência, deixo mais uma pergunta: por que não fizeram naquela época? 

A memória do povo é curta. Se esquecem que se houve uma tragédia destas proporções, que nenhum poder público estaria preparado, foi também por que houve durante décadas distribuição de lotes, e depois disso uma vista grossa de peso às ocupações irregulares que assolaram a cidade nas últimas décadas. Em outubro 2004 um levantamento publicado no plano de desenvolvimento sustentável da cidade em 2006 já apontava para essas áreas como de risco e o que foi feito de lá pra cá? Quem foi punido por vender lotes em  áreas de risco ou permitir que ações de venda fossem concretizadas? onde estão os vendedores, as imobiliárias que negociaram aqueles lotes? Onde estão os distribuidores de títulos de posse? Aliás, perguntem-se também o que e porque foi feito para se chegar a este ponto! Alguns jornais que publicam fotos históricas da cidade poderiam publicar então, fotos dos locais atingidos na década de 80, 90 e compará-las com as atuais, pra mostrar o que contribuiu para o aumento da quantidade de mortos da tragédia de janeiro de 2011.

Mas, penso eu, é muito fácil culpar o fulano ou ciclano. E seus parceiros? Digo parceiros, porque poderia dizer que os coniventes com isso poderiam ser chamados aqueles que toparam ir morar no alto do morro, pendurado em áreas de risco, por inúmeros motivos, e que certamente me taxarão de injusto por deixar de citar. Mas é fato. Hoje, em cada "manifestação" (que é impossível não ver que é orquestrada), só consigo ver que cada um pensa única e exclusivamente no seu, e o resto que se dane. E aí me pergunto novamente: Será que sempre não foi assim? Afinal em quem pensava o indivíduo quando recebeu de presente um título de posse, uma caixa d´água ou R$ 50,00 em troca do seu voto? Na cidade? Me convençam que era por isso, por favor! Se hoje o problema é o beltrano, ele hoje existe, foi por que também pensaram em ter alguma vantagem com isso. E isso ninguém me contou, eu vi.

Eu vi muita gente cobrando dívida porque ajudou beltrano, eu vi muita gente indignada por que não recebeu o seu quinhão. Gente que escreve carta aberta, diz não concordar com certas atitudes, mas continua na folha de pagamento, por que que eu saiba até hoje não pediu as contas. Será essa uma postura digna de quem se diz ético? Aliás quantos votos fez  na eleição de 2010 o autor desta carta mesmo? Pois é... espero que os seguidores da conduta da "carta aberta", por mais que tenham razão em seus argumentos saibam o que estão fazendo.

Não estou aqui escrevendo numa terça chuvosa de carnaval para dar lição de moral a ninguém. Não sou político, e sou bobo o suficiente pra não enxergar o que há por trás de diversas manobras políticas. Sou trouxa o suficiente para acreditar em pessoas que se dizem seu melhor amigo, mas tudo o que querem é te usar pra trampolim político. E não falo de beltrano, porque este nunca me prometeu nada, nunca me ofereceu absolutamente nada em troca do meu trabalho. Tudo que fiz e faço é porque quis e porque ainda acredito que pode dar certo e que tem muita gente se ocupando noite e dia em sabotar a cidade pra ganhar o seu trono de volta e poder estar seu velho carrinho na porta da Casa Rosada, e porque tem muita gente mesquinha por aí querendo ganhar o seu salariozinho nas próximas eleições e fazer o seu pé de meia.

Por isso tudo o que peço é desculpas por ser tão extenso e por externar tanta indignação numa postagem só. Peço desculpas também por desta vez por não postar nem uma foto, mas não consegui encontrar nenhuma que descreva o que estou sentindo no momento. Peço apenas que todo mundo que se deu trabalho de chegar até este parágrafo que pense. Eu não sou o dono da verdade, nem tenho a pretensão de impor nada pra ninguém, muito menos sou candidato, nem a síndico de prédio. Sei que tem muita coisa que não está certa, mas sei também que a solução não está em quem está apontando os erros que estão por aí, pois foram estes mesmos caras que nos colocaram na nossa atual situação.

Abraços a todos!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Carta Aberta


Carta Aberta

A Prefeitura Municipal de Teresópolis junto a entidades como a Associação Comercial Industrial e Agrícola de Teresópolis (ACIAT), Câmara de Dirigentes Logistas (CDL), Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro (TURISRIO), Federação da Indústria do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e o Teresópolis Convention Visitors & Bureau (TCVB), dentre outros, informa que a solidariedade de todos é fundamental no apoio às vítimas da tragédia que atingiu alguns bairros do município.

A economia da cidade está baseada nas atividades turística, agrícola e comercial. São elas que alimentam a economia de Teresópolis. Sem essas fontes de recursos, não haverá condições para reerguer o município.

Nossa cidade será eternamente grata pela generosidade do povo brasileiro, mas precisamos que os turistas continuem nos visitando. Os hotéis, restaurantes e comércio em geral estão em pleno funcionamento. O acesso pela estrada BR-116 está com seu fluxo normal para receber a todos os nossos visitantes. O bairro do Alto e o centro da cidade não foram afetados, a exemplo de atrativos turísticos como a Feirinha de Teresópolis, a CBF e o Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Assim, os teresopolitanos aguardam a todos com a hospitalidade de sempre.

Neste momento, o que o povo de Teresópolis deseja é que os turistas voltem ao município e reavivem a cidade do Dedo de Deus. Sejam todos bem-vindos! Teresópolis conta com você!

Prefeitura Municipal de Teresópolis